As metáforas entre a educação, a economia e o trabalho, de Joaquim Azevedo
A metáfora do VOO da BORBOLETA – no passado era fácil traçar o futuro escolar, profissional e familiar, agora o futuro é um contexto de imprevisibilidade, turbulências. A beleza do voo das borboletas esconde um segredo: em cada dia e em cada momento em que o voo se inicia, ele nunca se repete. Vivemos cada vez mais em fases de transição...
A metáfora da PRIMEIRA PEDRA - um diploma já não é o telhado da casa, representa apenas a sua primeira pedra. Não o possuir é desde logo um factor de risco de exclusão mas a sua qualidade é essencial para uma construção segura do nosso futuro. A escola e a universidade esquecem-se que são essas primeiras pedras, acham errado educar.
A metáfora do CARTÓGRAFO - hoje pode-se dizer que um diplomado é um cartógrafo. O cartógrafo nunca possui todos os dados, vai escuntado, desenhando lugares e rotas, dando forma ao desconhecido. De modo semelhante os percursos escolares e profissionais devem ir sendo construídos, devendo nós construir continuamente o nosso mapa de competências, uma arca que se desactualiza e se tem de reactualizar de tempos em tempos.
A metáfora do TESOURO - As mulheres e os homens continuam escondidos atrás dos alunos e dos formandos, a humanidade que mora em cada aluno ou formando permanece ocultada, adormecida, esquecida. Cada vez mais os sistemas educativos e os seus orientadores se interessam mais em tesouros socioeconómicos do que nos tesouros humanos.
A metáfora da PRIMEIRA PEDRA - um diploma já não é o telhado da casa, representa apenas a sua primeira pedra. Não o possuir é desde logo um factor de risco de exclusão mas a sua qualidade é essencial para uma construção segura do nosso futuro. A escola e a universidade esquecem-se que são essas primeiras pedras, acham errado educar.
A metáfora do CARTÓGRAFO - hoje pode-se dizer que um diplomado é um cartógrafo. O cartógrafo nunca possui todos os dados, vai escuntado, desenhando lugares e rotas, dando forma ao desconhecido. De modo semelhante os percursos escolares e profissionais devem ir sendo construídos, devendo nós construir continuamente o nosso mapa de competências, uma arca que se desactualiza e se tem de reactualizar de tempos em tempos.
A metáfora do TESOURO - As mulheres e os homens continuam escondidos atrás dos alunos e dos formandos, a humanidade que mora em cada aluno ou formando permanece ocultada, adormecida, esquecida. Cada vez mais os sistemas educativos e os seus orientadores se interessam mais em tesouros socioeconómicos do que nos tesouros humanos.
A educação deve preparar cada ser humano para elaborar pensamentos autónomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes circunstâncias da vida.
