é verdade tudo aquilo que escreveste nos poemas
todas as rimas, as reticências, as interrogações
e também é verdade aquela história de que o amor é como uma onda consecutiva.
A maioria do tempo a vida é mesmo assim, tinhas razão.
É um mapa sem aquele lugar que procuramos.
É um lugar que quando encontrado nunca mais ninguém descobrirá.
Mas paro por aqui.
Continuas agora tu na tua língua
Sem as minhas metáforas, as minhas repetições
À boa maneira de quem esconde a lágrima por detrás de um breve sorriso
Continuas agora tu

2 Comments:
não páres, deixa sair. que nas palavras, mesmo que sem retorno, encontras o consolo. porque foram ditas.
gosto de te ler assim.
E nas palavras repetidas ao expoente da loucura telefónica... "enfim..."
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