Polegadas Lisboetas
É dessa Lisboa desconhecida, cosmopolita, perdida na luz. Dessas pontes para o mundo. Da guitarra do fado que se faz na esquina.
Cidade Saudade que és.
Dos bairros que são castelos. Das ribeiras de um Tejo que é refrão.
Todo o pregão da praça colorida dos pombos de sonho perto.
.obrigado pela presença.
Cidade Saudade que és.
Dos bairros que são castelos. Das ribeiras de um Tejo que é refrão.
Todo o pregão da praça colorida dos pombos de sonho perto.
.obrigado pela presença.

5 Comments:
Mas esta das polegadas lisboetas, isto vem de onde?! Polegar?! Isso parece nome de gente pequena!ihihihihih
nuno: obrigada... mesmo... :)
estranho: sim, 1,58, porquê?????? :P
Em relação à menina, tenho que ser cortês, não posso ser inconveniente como em relação aos morcõezolas estranhos e recursos humanos...
Deveras aprecio o característico traço da sua escrita, ainda que de literatura bloguística se trate e me seja assaz complexo descortinar o traço da sua certamente delicada caligrafia. O seu humor jocoso e ligeiramente agridoce apraz-me de sobremaneira. Queira aceitar os meus cumprimentos, menina.
Um seu servidor
(Tiro o chapéu)
Damião Durães
caríssimo cavalheiro:
apraz-me de sobremaneira a sua apreciação aos meus pequenos excertos de vida, simples apontamentos, tão vulgares como a pequena vida de que tratam. não revejo nesses excertos tais qualidades como as que me descreve, e sinto-me, portanto, lisonjeada.
resta-me retribuir-lhe de forma mui menos garbosa - por mera falta de talento - dado que nutro uma imensa admiração pelos seus escritos, delicados, intensos poéticos. a dor elevada à sublimação. raro, meu caro cavalheiro, consegui-lo tão eximiamente. gostaria apenas que um dia as motivações da sua poesia fossem algo mais serenas e prazenteiras. porque é belo de ler, mas triste de sentir, e não lhe desejo menos do que a felicidade.
queira receber os meus mais sinceros agradecimentos.
(estende a mão, abana o leque, pestaneja)
Polegar Zinha
:)*
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